Salada de frango surpreendente (com receita para imprimir)

 

Gostas de ser cientista na cozinha? Eu adoro! Às vezes sai uma verdadeira asneira, intragável mas outras vezes sai bastante bom. Foi o que aconteceu desta vez, quando estava sem nozes e tinha uma mini alface e uns restos de frango assado da véspera e resolvi fazer uma salada de frango com tremoços e couve roxa. Não é que ficou muito saborosa?

Os tremoços são uma leguminosa tal como o grão, feijão ou ervilhas e apesar de na maioria das vezes serem usados apenas como petisco tem bastantes benefícios para a nossa saúde, por isso podem ser integrados nas nossas refeições.

Além de ricos em água (teor de cerca de 65%), são muito pouco calóricos e baixos em gorduras. Têm um teor razoável de proteínas e fibras, o que faz deles bastante saciantes. Além disso ainda são conhecidos como melhoradores do trânsito intestinal e redutores do colesterol. Ainda lhes queres chamar marisco dos pobres? Ora experimenta a receita e diz lá que não fica maravilhosa esta salada.

Podes ler o passo a passo aqui em baixo ou fazer o download da receita para imprimires em A4, no botão de download.

download botão

Receita: Salada de frango surpreendente

Categoria: Saladas

Tempo de preparação: 15 min

 

Ingredientes:

1 Alface pequena (mini)

1/4 Couve roxa

Peito de frango assado

Duas mãos cheias de tremoços descascados

1/2 Maçã Granny Smith

1 Chávena de massa laçarotes tricolor (opcional)

1 Colher de sopa de maionese

1 Fatia de queijo Feta (+- 1cm)

 

Preparação:

Lava todos os legumes e arranja-os. Desfia grosseiramente o peito de frango assado. Corta a maçã em bocadinhos e passa-a por algumas gotas de sumo de limão.

Coze os laçarotes e passa-os por água fria. Coloca no fundo do prato.

À parte lamina a alface e a couve-roxa, mistura as duas e coloca por cima dos laçarotes. Em seguida o frango, o feta partido em bocadinhos e a maçã. Adiciona uma colher de maionese e mistura tudo. No topo dispõe os tremoços. Serve imediatamente.

Sobremesa com Quark e Limão

sobremesa quark

Já andava há algum tempo com vontade de usar este queijo. Sempre que passava por ele no supermercado imaginava que devia ser fresquinho, leve e perfeito para uma das sobremesas que gosto de fazer, frescas e nada enjoativas. O queijo Quark é muito pobre em gordura e tem uma textura semelhante ao iogurte grego. É conhecido como produto de excelência para os desportistas porque além de ser nutricionalmente rico (em proteína de absorção lenta), é pobre em hidratos de carbono, o que faz dele um substituto perfeito para as natas, iogurtes e até maionese numa receita mais light e igualmente saborosa.

Então comprei-o e decidi pôr a imaginação a trabalhar e o resultado foi este. Devo dizer que o que fiz, uma vez que já tinha o Lemon curd pronto, foi preparar separadamente o creme de Quark e triturar a bolacha, guardando a num tupperware porque gosto de preparar a taça antes do almoço para manter a base de bolacha bem estaladiça.

 

Base crocante

(triturada na bimby, a gosto na velocidade 3, eu gosto tipo areia grossa)

  • 1/2 pacote de bolachas digestivas de aveia

Camada branca

(bater os dois em conjunto na velocidade 3 por 20 segundos. Se gostar de cremes mais doces pode substituir o açucar na mistura por meia lata de leite condensado)

  • 1 Queijo Quark (250 gr)
  • 2 Iogurtes naturais
  • 50 g de açucar

Topping

(Lemon curd, previamente feito na bimby, que tinha já feito e guardado num frasco (receita abaixo))

  • 160 g açúcar
  • 2 limões, casca (só a parte amarela) e sumo
  • 60 g manteiga
  • 2 ovos

Coloque no copo o açúcar e pulverize 20 seg/vel 9. Adicione as cascas de limão e rale 15 seg/vel 9. Adicione a manteiga, o sumo dos limões e programe 1 min/vel 2. Adicione os ovos e misture 10 seg/vel 4. De seguida programe 7 min/80°C/vel 2. Retire e reserve em frascos esterilizados, no frigorífico. Deixe arrefecer e conserve no frigorífico.

Por fim numa tigela grande ou em taças individuais coloque três camadas pela seguinte ordem: bolacha triturada, camada branca e topping de Lemon curd.

8 Hábitos de Smart Working Moms

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Falo por mim, muitas vezes somos óptimas a interceder pelos outros e a pedir para os outros. Mas, e nós? O nosso tempo, os nossos projectos pessoais e a nossa família? Não há nada de mal em querer ser uma excelente mãe, ter tempo para desfrutar dos nossos filhos e em simultâneo ser-se uma boa profissional. Com a maternidade aperfeiçoam-se muitas capacidades de gestão do tempo, optimização de recursos e priorização de tarefas. O mundo da maternidade consegue muitas vezes ser mais desafiante que muitos cargos de alta patente em multinacionais. Ora vê lá se este vídeo não exemplifica e personaliza tudo isso?

Aqui estão algumas skills que um estudo realizado pela Careerbuilder, concluiu que a maternidade/paternidade desenvolve, tornando o desempenho dos pais melhor no seu trabalho.

  • Gestão de tempo
  • Gestão de conflitos
  • Solução de problemas
  • Empatia
  • Mentoring
  • Negociação
  •  Gestão de finanças e elaboração de orçamentops
  • Gestão de Projetos

Para algumas mães trabalhadoras que ainda se sentem às aranhas, encontrei este artigo que traduzi e penso que poderá ajudar com algumas armas poderosas para gerir o dia-a-dia, tentando que a maternidade não interfira com a vida profissional e vice-versa.

“ Não é segredo nenhum que a vida de uma mãe, especialmente se tiver um emprego em full time pode ser realmente difícil. Nunca há tempo suficiente no dia. Somos inúmeras vezes puxadas em várias direcções em simultâneo e nunca conseguimos completar as nossas intermináveis listas de afazeres.

Felizmente existem algumas maneiras de tornar este acto de malabarismo mais manejável. Ao pesquisar no meu livro Mogul, Mom, & Maid: The Balancing Act of the Modern Woman, entrevistei mães trabalhadoras de todo o país, e constatei que as mais felizes entre elas haviam desenvolvido alguns hábitos em comum. Aqui estão oito hábitos de Smart working moms.

1.Pedir ajuda.

Mães que trabalham e são bem-sucedidas não têm medo de pedir o que precisam. Se querem ajuda em casa, alguém para levar o seu filho para a escola ou a um evento desportivo, ou algum tipo de assistência no escritório,  pedem o que precisam e não esperam que outras pessoas saibam ler as suas mentes.

2.Delegar.

Na mesma linha de pensamento, as mulheres que conseguem algum tempo livre, muito provavelmente apostam em delegar. Seja qual for o seu orçamento, há provavelmente algumas tarefas que podes delegar noutra outra pessoa, uma amiga, um familiar, a fim de libertar tempo para ti própria. Serviços como TaskRabbit permitem-te nomear o preço que estás disposta a pagar por tarefas domésticas e biscates. Mães que trabalham toda a semana, certamente ficarão felizes em contratar um serviço de limpeza, lavandaria ou engomadoria, que lhes permita passar seus fins-de-semana com a família e amigos, não com uma esfregona e um balde nas mãos.

3.Aceitar que suficiente é bom

Claro que, quando começares a deixar que os outros ajudem, precisas de estar preparada para aceitar o seu modo de fazer as coisas. Talvez, se fosses tu a tratar não fosses vestir o teu filho de fato treino, ou fosses arrumar a loiça de uma maneira diferente. Contudo, para teres alguns benefícios tens que aceitar que nem sempre tudo ficará exactamente como sonhaste, e isso te permitiu fazer algo que de outra forma não conseguirias. Mulheres bem-sucedidas, sabem que uma tarefa concluída é uma tarefa concluída, e feito é melhor que perfeito!

4.Negociar.

Mães experientes sabem que a negociação é uma habilidade que deve ser afinada e exercida regularmente. Quando desbloqueares o poder de negociação, estará tudo sobre a mesa – horário flexível, dias em que possas fazer algum trabalho a partir de casa, mais ajuda com as tarefas domésticas. Felizmente, há uma abundância de cursos como www.shenegotiates.com/ e livros como “Her place at the table”, disponíveis para ajudar as mulheres a aperfeiçoar as habilidades de negociação, seja nas empresas ou em casa.

5.Usar a tecnologia a teu favor.

Mulheres com Apps são mulheres sábias. A tua vida é muito ocupada? Há uma aplicação para isso. Dragon App permite ditar memorandos enquanto vais a caminho de algum lugar. Evernote organiza as tuas ideias, arquivos, clips e notas. Cardmunch digitaliza cartões-de-visita para que não precises de os guardar ou procurar. E as super mulheres inteligentes colocam a sua família inteira no mesmo sistema de calendário online, por exemplo o Google Calendar. Se quiseres que o seu teu marido vá buscar os vossos filhos de aula de natação, o cronograma de piscina precisa estar em sua agenda, e não apenas na tua.

6.Respeitar a flexibilidade

Para as mulheres que negociaram acordos de trabalho que atendam às suas necessidades, sabemos que a flexibilidade é uma rua de dois sentidos. Em troca, certifica-te que atendes as suas necessidades da empresa e dos clientes. Podes trocar uma saída mais cedo, por adiantar aquele projecto importantíssimo para a empresa em casa depois do jantar, ou por uma hora ou duas quando o teu filho tem uma actividade extracurricular. Entende que também poderás ter que acomodar certos pedidos e avalia o custo benefício. Por vezes, pode ser razoável baixar um pouco o vencimento, por um horário menos rígido quando os filhos são pequenos. Se estiveres a pedir flexibilidade, também tens que ser flexível.

7.Resiste à Máfia

Mães bem-sucedidas têm que saber dizer não. Eles podem sentir-se tentadas em direcção a … Mas se a solicitação feita não as entusiasma ou nem cabe na sua programação, elas simplesmente dizem não. Da mesma forma, não te preocupes se outra mãe da turma está a fazer muffins maravilhosos ou casas de gingerbread elaboradas. Não te sintas menos ou pior mãe. Um abraço e uma história valem muitas vezes mais que bolinhos e trabalhos manuais.

8. Apoia te nas tuas amigas.

Mães trabalhadoras mantêm o contacto, e apoiam-se nas amigas. Mesmo que o façam com apenas uma mensagem de texto, ou uma chamada de 10 minutos enquanto tratam do jantar, elas sabem que as verdadeiras amigas são uma fonte de força e inspiração.”

Ser mãe é de facto o melhor trabalho do mundo:) Viva ás mães!!!

O artigo original foi escrito por Liz O’Donnel, para o  traduzido e adaptado de http://www.huffingtonpost.com/liz-orsquo/eight-habits-of-smart-working-mothers-_b_4275131.html

Por falar em working moms, se tiveres interesse podes consultar nesta lista,  as 100 melhores empresas para as mães trabalharem, a lista é lançada todos os anos.

http://www.workingmother.com/2015-working-mother-100-best-companies

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Os meus valores fundamentais

Basicamente não era nada disto que tinha planeado para escrever ou postar hoje, ia traduzir um artigo que li e gostei muito e se enquadrava perfeitamente na novidade que tenho para vos contar, e que algumas até já sabem.

Mas a vida não é assim, apanha-nos de surpresa e troca-nos as voltas, e embora eu tenha sido sempre completamente aversa a alterações de última hora, aprendi recentemente a ouvir a minha intuição e quando surgiu esta oportunidade nem pestanejei.

Recebi hoje um email, da April e da Mayi, que são as minhas “monitoras” da Marie Forleo’s B-School, aproveito já para dizer que quem estiver a pensar em fazer o curso para o ano, deve aproveitar para comprar através de um afiliado, (eu estou muito satisfeita com as minhas) porque além de bónus adicionais a custo zero, tem esta grande vantagem de ter um acompanhamento mais familiar e personalizado num curso que é bastante exigente (e de uma qualidade sem paralelo) e actualmente conta com turmas próximas das duas mil pessoas.

No email que abri delas hoje, colocavam-me uma questão. Quais são os meus valores fundamentais? Os mandamentos que regem a minha vida? E não estou a falar do que nos impõem ou dizem que é o melhor para nós, mas daquilo que nós sentimos que devemos seguir e respeitar, quando paramos para ouvir o nosso coração. Aquelas regras que sabemos que nos fazem mais felizes, que por vezes contrariamos para seguir este ou aquele conselho, que no final sabemos que não nos aproximam mais da felicidade e dos nossos objectivos.

Estes são os meus:

  • Estar presente (em cada momento)
  • Seguir o meu coração (sempre)
  • Priorizar aqueles que amo
  • Nunca deixar de acreditar e confiar na vida
  • Arranjar tempo (para o que é importante)
  • Deixar tempo para o inesperado
  • Tornar simples, mas significativo
  • Confiar nas minhas opiniões
  • Rodear-me de pessoas que acrescentam e não subtraem
  • Desfrutar a viagem
  • Não ter medo de pedir ajuda
  • Ser corajosa, mais vale um “oops” que um “e se”
  • Ser grata
  • Nunca me arrepender de ser amável  (bondosa)

RESOLUTION

E os teus quais são? Se não te lembras de repente, pára um bocadinho para pensar. Pega num papel e numa caneta e pensa quais são os pensamentos com que identificas e o que defendem aqueles que admiras. O que faz o teu dia especial? O que não suportas?

Podes acreditar que este é um exercicio de auto-conhecimento verdadeiramente transformador. Pega numa caneta, ou numa imagem que gostes e escreve-os por cima. Guarda-os no teu diário ou na agenda para reler cada vez que te sentires a ir na direcção oposta à que gostarias. Bom trabalho! Acredita que te vais surpreender e sentir poderosa no final.

Se gostaste desta ideia, do artigo e achas que pode ser útil a alguma amiga partilha. Deixa-me um comentário que eu vou adorar saber o que achas de tudo isto.

Um abracinho apertado e até à próxima!

Estas T-shirts são mesmo giras, não resisto a partilhar!

Se há algo que todas as mulheres que estão ou já estiveram grávidas concordam é que a partir do momento que a barriga se começa a notar, é como se deixasse de ser nossa, todos se sentem no direito de colocar a mãozinha. Eu pessoalmente não adoro que pessoas com quem não tenho a mínima intimidade o façam, por isso quando me deparei com esta colecção, não resisti a partilhar.

Acho as t-shirts girissimas e super originais, além disso poupam-nos ao trabalho de dizer coisas que muitas vezes sentimos mas não temos coragem de pôr cá para fora. Ora vejam lá se o investimento não vale a pena?

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A loja que vende as t-shirts é a café Press, inglesa e a roupa é para toda a família, não é exclusiva para grávida. Este post não tem qualquer tipo de patrocínio, é simplesmente a minha opinião e a vontade de partilhar algo engraçado.

Gostaste deste artigo?  Se achares que pode ser útil para uma amiga, daquelas que como eu tem dificuldade em dizer a alguém:  – Hands off my belly! Então partilha. Se quiseres este e outros conteúdos exclusivos na tua caixa de email, basta subscrever a newsletter (na página de facebook) ou através do formulário de contacto do blog.

Como escolher um pediatra (Com direito a Smart Mommys checklist)

Médico, Médica, Medicina, Saúde, Stetoscope

 

Poderá parecer que sou complicada, mas as histórias, ou melhor factos por detrás desta checklist (podes consultar e fazer o download no final) foram decisivos para me aperceber da importância de escolher bem os médicos que seguem os nossos filhos.

Quando o João nasceu, no dia em que ia ter alta do hospital, como habitual foi observado por uma pediatra. Não me recordo do nome da médica que o observou, mas lembro-me que pediu á enfermeira para me dizer que ele tinha um problema de coração e que tinha que ser visto com urgência por um cardiologista pediátrico. Fiquei em pânico, como é óbvio, ainda pedi para falar com ela mas já tinha terminado o turno.

Marquei consulta para passados três dias, que era a disponibilidade do cardiologista recomendado no hospital, mas entretanto consegui que fosse observado por um cardiologista no dia seguinte. Ambos confirmaram a existência de um sopro e disseram que é relativamente comum acontecer e não havia motivo para a médica me ter deixado naquele estado. Ainda hoje ele é seguido e faz uma vida absolutamente normal.

Quanto à escolha da pediatra, a primeira opção foi uma (outra) médica do hospital onde ele nasceu, em que fui a duas consultas. Não lhe chamaria incompetente, mas para mim a impressão que causou foi que era insuficiente para a atenção e esclarecimentos que queremos num primeiro filho. Passou as consultas a olhar para o relógio e não demoraram mais de 15 minutos.

Mudei para um médico que dava consultas em Vendas Novas (onde vivo), em Évora e que também trabalhava no hospital de Évora, pesquisei referências na internet, em alguns fóruns de mães e através de pessoas conhecidas. A escolha parecia-me bastante satisfatória e conveniente. Até ao dia em que o João adoeceu com febres altíssimas, um tempo horroroso e por sorte ele estava cá nas consultas. Liguei e disse-me para ir para o consultório, mediu-lhe a febre (que não baixava dos 39.5) nos intervalos das consultas, quando chegou ao fim do horário de atendimento, em que o meu filho continuava com 39º, disse-me o seguinte:

– O melhor é ir com ele a uma urgência se a febre não baixar, e não aconselho a de Évora porque tem estado um caos. Não gostei, ora para lhe medir a febre e levar ao hospital escusava de ter ali passado a tarde. Acabei por levá-lo para casa, no dia seguinte fomos ao hospital, onde foi avaliado para diversas possibilidades (incluindo infecção urinária, que causa febres muito altas) e tinha exantema súbito. Ainda fui novamente às consultas, mas pouco depois adoeceu dois ou três dias antes do Natal, com infecção respiratória e quando liguei ao pediatra a resposta foi a mesma das outras vezes. Estava de férias e disse-me que o levasse ao hospital, nem sequer indicou um colega, nem tampouco voltou a ligar para saber se tinha melhorado. Ora para mim esta não é uma atitude que uma mãe espera do médico do seu filho. Óbvio que respeito as férias, mas custava ter indicado alguém? Custava ter respondido ao sms que eu (estupidamente) enviei quando o meu filho foi assistido?

Nunca mais fui ao consultório deste médico e nem fui contactada para saber porque tinha deixado de marcar consultas. Parece-me que não é maneira de se atender nos dias de hoje.

Só vos digo que mudei, e à terceira foi de vez. O médico é de Lisboa e dá consultas na clinica do jardim das Amoreiras, e atende urgências no Hospital de Almada. Nunca esperamos mais de 30 minutos pela consulta e nunca nos deixou sem resposta ou auxilio perante uma urgência. Preenche todos os requisitos que se possa desejar (ver checklist) e estamos muito satisfeitos. Por isso o meu conselho é só um, se por alguma razão não estás satisfeita ou segura da tua decisão, não há problema em procurar outro profissional, até que te sintas confortável, afinal estamos-lhes a entregar o nosso bem mais precioso, os nossos filhos.

Bebê, Menino, Filho, Criança, Baby Boy, Bonito, Pouco

Checklist para procura de pediatras

  1. Que seja simpático e atencioso. Pode parecer estúpido, mas já ouvi histórias de médicos, nas mais diversas especialidades que são autênticas bestas. Eu própria já fui atendida por um espécimen destes! Por isso sei o quanto isto é importante.
  2. Que não esteja restringido aos 15 min que o seguro permite, a cumprir calendário, que observe DE FACTO a criança, que interaja  com ela. Que se demonstre interessado e não se restrinja a pesar e ver tabelas de percentis.
  3. Que seja disponível para os pais, isto é particularmente importante se for o primeiro filho. Deve responder ás nossas perguntas (com boa vontade), ser facilmente contactável (telemóvel). Óbvio que também deve existir bom senso da nossa parte, telefonar só em caso de urgência, para o resto basta um sms ou email.
  4. Com alguma proximidade geográfica, noutra cidade ou muito longe e num local que seja difícil estacionar não aconselho. Ir com os filhos ao médico, já pode ser bastante stressante (se for sozinha, com mais que um, com mau tempo, enfim…), não queiras acrescentar factores de stress a esta equação. Hoje em dia, a maioria dos médicos, pelo menos nas cidades já dão consultas em grandes hospitais com estacionamento. Já não é como quando eu era miúda e era tão difícil estacionar que muitas vezes íamos de táxi para o médico.
  5. Que tenha acordo com a sua seguradora de saúde. Ninguém gosta de ter que pagar 90€ todos os meses para levar o filho ao médico, e pelo menos no primeiro ano as crianças são acompanhadas mensalmente. É claro que o Sistema nacional de Saúde (gratuito até aos 12 anos) também é uma boa opção caso tenha um com que esteja satisfeito na sua zona de residência (não é o meu caso).
  6. Que trabalhe no público e no privado. Como eu gosto de dizer, assim temos o melhor dos dois mundos, a possibilidade de recorrer rapidamente ao médico, no hospital se for necessário, até de ter o nosso filho encaminhado para algum colega da sua confiança caso o médico não esteja disponível e o conforto de ter consultas no privado, normalmente com menor tempo de espera. Além do facto de ser vantajoso a nível de experiência que os médicos tenham experiência nas duas realidades, dá-lhes tarimba, capacidade de reconhecer uma situação urgente e confiança, o que na minha opinião só com trabalho de consultório poderá faltar.
  7. Que não seja um dinossauro. Claro que gostamos de médicos com experiência, mas também não convém um médico daqueles que já está em idade da reforma e que não receita nada além do ben-ur-on. Há momentos em que vemos claramente que os nossos filhos estão atrapalhados, e se temos um médico destes acabamos por perguntar a alguma amiga ou familiar o que dá aos filhos nessa situação, ou recorremos a outro médico, e isso acaba por gerar uma enorme confusão.
  8. Que esteja de acordo com os nossos valores. Não adianta ter um médico que acha uma criminosa uma mãe que não amamenta, se para ela isso é muito doloroso, ou um médico que acha que se deve amamentar até aos dois anos, se para a mãe é suficiente até aos seis meses. Exemplifiquei com a amamentação, porque é um assunto muito importante, mas também serve para outros assuntos como a diversificação alimentar, aleitamento artificial, alergias, desfralde, a medicação etc. Se por alguma razão não se sente em sintonia com o pediatra, não se sente à vontade para colocar perguntas ou acha que é julgada pelas suas decisões, o melhor é mudar, lembre-se que é o bem-estar do seu filho que está em jogo.
  9. Que não a faça esperar duas horas antes de cada consulta. Não é o mais importante, mas acredita que é importante. Não é fácil manter as crianças entretidas muito tempo (pelo menos algumas) e as salas de espera dos hospitais e consultórios estão muitas vezes com outros bebés e meninos doentes, por isso não é boa ideia estar horas com o seu filho nesse ambiente.

De qualquer forma, um conselho que deixo é sempre uns dias antes da consulta olhar para o caderninho do desenvolvimento da criança, onde vêem os comportamentos característicos e espectáveis para a idade. Vê se tens alguma dúvida que queiras colocar, porque senão o que acontece é que as duvidas vão surgir no exacto momento em que saíres do consultório, e aí já é tarde. Em baixo podes encontrar alguns itens que suscitam sempre algumas dúvidas, quando os nossos filhotes são bebés.

  • Amamentação (frequência, cólicas, duração, se deve acordar ou não ao fim de x horas para dar de mamar)
  • Rotina (creche, sonos, posição ao deitar, nº de horas, hábitos intestinais)
  • Transporte (cadeirinhas auto, viagens,
  • Alimentação (introdução de novos alimentos, água, quantidades, forma de preparar)
  • Vacinação (reacções)
  • Higiene (banhos, temperatura da agua e ambiente, fraldas, produtos)
  • Outros (dentição, Tv, regras, linguagem, chucha, biberon)

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Até à próxima!

Looks de grávida (com printable)

Serve este post para vos lembrar que podemos estar grávidas, gigantescas e ainda assim giras.

Gosto muito de usar cores alegres, botas, padrões florais e jeans, uma das coisas que tenho pena é durante a gravidez não poder usar algumas das minhas peças preferidas, mas com estas ideias há muitos acessórios que se encaixam perfeitamente.

Aqui vão alguns looks casuais, em que precisamos apenas de algumas peças especificamente para grávidas. Podem ser conjugados com t-shirts maiores, lenços giros, fitas e cintos. A imaginação é o limite e acredite quando digo, não tem que ser aborrecido, pode até ser bastante divertido.

Agora siga o meu conselho, inspire-se nestes looks, pegue na lista do que manter no armário e comece a conjugar peças de roupa comuns e a criar looks fantásticos.

Um grande beijinho e uma páscoa excelente!

 

 

Maternity Chic | follow Ellen Williams "for the pretty and pregnant" for maternity fashion style:
estalamoda.com

 

Layers and plaid...winter maternity look:
swankanddapper.com
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Here to put you out of your maternity outfit ruts are 24 fresh and flattering looks that prove you can master pregnancy style in a cinch.:
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Neutrals For Life (via Bloglovin.com ):
littleblondbook.com

 

Fashion and Style Blog / Blog de moda . Post : Thursday Look / Look del Jueves .More pictures on/ Más fotos en : http://www.ohmylooks.com .Llevo/I wear: Trench : Mango ; Leggings : H&M ; Blouse / Blusa : Zara ; Bag / Bolso : Louis Vuitton ; Shoes / Zapatos : Jessica Simpson:
ohmylooks.com

 

Not fair right? Pregnancy is beautiful but supermodel genetics don't hurt to pep the glow up a bit:
minipiccolinni.com
Barefoot Blonde wearing Erden in Paris:
barefootblonde.com

Leve esta lista de  Roupas a manter  de presente, se quiser ficar a par das novidades e receber conteúdos exclusivos é só juntar-se à minha newsletter. Pode fazê-lo na página de contacto.

 

Estado de graça (desta vez com menos graça)

Serve este post para partilhar oficialmente convosco que estou grávida outra vez:) Não podia estar mais feliz de ir ter outro filho/a. Contudo ao contrário da minha primeira gravidez em que os desconfortos só começaram a surgir a partir do sexto mês, desta vez foi mais a partir de um mês e meio…Ah e ainda estamos em época de frio, porque a recta final será em pleno verão, Oh my god!

Desde um barriga gigante, (sim esconder da população em geral até à ecografia das 12 semanas foi uma ginástica incrível) que acho que só tive a partir do segundo trimestre na outra gravidez, varizes ao rubro, cansaço com fartura e uma azia que não se aguenta, desta vez tenho tido tudo. E agora perguntam, outras mães que possam estar a viver o mesmo. Como fazer para atenuar todo este desconforto? E eu digo, aguentando, um dia de cada vez e pensando no bébé amoroso e gorduxo que vamos ter nos braços e que já consigo sentir (a coisa mais maravilhosa da gravidez). Mas tudo isto pode ser atenuado adoptando alguns truques que partilho mais abaixo, que não resolvem, mas ajudam quando postos em prática religiosamente.

  1. VARIZES E DERRAMES: Usar meias de descanso 24/7. Estou a usar meias de descanso todos os dias, de noite e de dia. Altura até ao joelho, comprei da marca varicel, grau de retenção 280 den, custam 11€ o par. É importante hidratar bem as pernas antes de colocar porque secam bastante a pele. Além disto já estou a usar cinta para os primeiros meses, sem costuras e em microfibra respirável, da marca carriwell. Custou cerca de 20€, e permite que as minhas pernas não fiquem tão sobrecarregadas.
  2. MALDITAS BORBULHAS: Mudei para um hidratante menos oleoso, e com factor de protecção elevado porque na outra gravidez fiquei com pano (melasma). Eu estou a usar da isdin, não é barato, custa cerca de 20€ mas acreditem que vale cada cêntimo, para não ficar às manchas. Nos dias em que fico em casa e não me exponho ao sol passo só com o desmaquilhante num algodão para limpar a pele depois do duche. É importante limpar também à noite com tónico ou água micelar. Antes de dormir aplico novamente o desmaquilhante suave. Estou a usar caudalie, custa 12€. Deixei de aplicar o anti-rugas da noite porque me estava a deixar com a pele mais oleosa
  3. PERNAS CANSADAS E ESTRIAS: Além das meias e da cinta que também ajudam as pernas tenho o cuidado de hidratar as pernas e a barriga pelo menos duas vezes por dia. Uso o óleo de duche da Aveeno, que vou alternando com o do boticário para usar após o duche, que é muito facil de aplicar, rápido e cheira lindamente
  4. AZIA E REFLUXO: Esta é uma luta constante. Ajudam os lanches e refeições mais leves, as amêndoas com pele, as maçãs verdes e beber pouca água de cada vez. Também me ajuda tomar um chá digestão fácil da Lipton. Ajuda jantar mais cedo que o habitual e dormir com a cabeça um bocadinho mais elevada que o habitual.

Por hoje é tudo, todos os produtos referidos estão na imagem e são faceis de encontrar. Este post não teve qualquer tipo de patrocicio, são apenas produtos que uso e me ajudam a ultrapassar os desconfortos do dia-a-dia.

gravidez

 

Snacks rápidos e saudáveis

Este foi um hábito que adquiri tarde, mas nunca mais deixei, e é incrível a diferença que faz na minha rotina. Se durante a faculdade aguentava horas a fio sem comer (praticamente a café e cigarros, sim é horrível, eu sei!), mais tarde, quando engravidei, se não fizesse um snack a meio da manhã e eventualmente a meio da tarde, ficava péssima. Já tenho tendência para ter a tensão arterial baixa e se entro em fraqueza é certo que me sinto a desmaiar.

Durante o primeiro trimestre da minha primeira gravidez as análises acusavam uma ligeira anemia, o que pode ser resolvido com uma alimentação mais completa. Como é obvio a crença que uma gravida deve comer por dois não é minimamente fundamentada, deve sim ter uma alimentação rica e equilibrada para cobrir as suas necessidades e o desenvolvimento correcto do feto.
Foi então que durante uma consulta de nutrição, a Mariana Chaves, me aconselhou a alterar o meu plano alimentar e fazer sempre um snack a meio da manhã e a meio da tarde. Pode parecer fácil, mas a maioria de nós não o faz e esta simples mudança de atitude faz com que não cheguemos à hora das refeições principais cheios de fome. Para a escolha dos snacks uso os seguintes critérios:

  • Saboroso e saudável
  • Que seja fácil de trazer na carteira
  • Algo que possa comer rápido
  • Que alimente
  • Que não seja perecível (que não se estrague com facilidade)

Também não gosto de levar a mesma coisa todos os dias para não me fartar, e como é obvio evito completamente as  bolachas de chocolate e as barritas de cereais mega calóricas que por vezes parecem a escolha ,mais prática, mas já vai ver que não é. Além de não ser de todo económica. Para estes mini-lanches escolho geralmente fruta ou legumes crus, com casca (lavados e desinfectados previamente em água com vinagre, por causa da toxoplasmose) ou sem casca, frutos secos e sementes, cereais ou bolachas integrais. O facto de termos esta comida por perto evita “cair em tentação”, nos diversos bolos e chocolates ricos em açucares.

PicMonkey Collage

As minhas escolhas

  • Fruta da época, lavada (maçã Granny Smith, tangerina, banana, pêra)
  • Frutos secos a solo ou em mistura (amêndoas com pele, nozes, avelãs)
  • Fruta desidratada
  • Cenouras mini
  • Sementes ou pevides (Abóbora, girassol, pinhões)
  • Bolachas tortilha de milho ou arroz
  • Bolachas Ryvita com sésamo
  • Cereais (Special K, bran flakes, muesli com frutos vermelhos)

Quase todas as noites, antes de me deitar preparo um mini-tupperware do ikea com um destes “lanchinhos” e lavo uma peça de fruta para o dia seguinte. Não demora dois minutos a fazer, e acredite que faz diferença. Experimente também.Capa_Dieta-unica-web_-_Copia-2817

Aproveito para lhe contar que esta semana a Mariana vai lançar um livro com a dieta desenvolvida por ela. Uma dieta que tem como base não só a sua experiência clinica, mas também o trabalho que tem desenvolvido com doentes oncológicos, permite não só perder peso a quem o desejar, sem passar fome mas também aconselha alimentos que fortalecem o nosso corpo, chama-se Dieta única e vai estar numa livraria perto de si.

 

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Iogurtes caseiros

Não sou nada extremista em relação à comida, gosto de comer saudável, mas se for necessário recorro a comida processada.
Quando comprei a bimby (foi uma decisão muito ponderada, porque sou bastante “agarrada” ás minhas poupanças) disseram-me que iria poupar imenso e ter a possibilidade de fazer uma série de coisas que normalmente compro (pão, pizzas, gelados) e me sairíam substâncialmente mais baratas, entre elas estavam os iogurtes. Confesso que não levei muito a sério a conversa, mesmo porque assumi que iria dar imenso trabalho. Experimentei uma vez e não sairam nada bons, e nunca mais pensei nisso. Até que comecei a gostar dos iogurtes mais cremosos, e a fartar-me da oferta que existe, que além de cara é carregadissíma de açucar e aditivos artificiais.
Resolvi pesquisar umas receitas, e fazer nova tentativa.  Pelo que li a iogurteira era uma ajuda decisiva no processo de obter um bom iogurte, por isso arrisquei. Comprei a Yogurella da Ariete que me custou 25€, e não me arrependo nem um segundo.
Agora faço regularmente iogurtes e o sabor e a consistência não têm mesmo nada a ver com os de compra, além de ser muito mais saudável.
Lembra-se dos iogurtes Vigor, da embalagem quadrada, de quando eramos pequenos? É assim o sabor dos iogurtes caseiros. Posso usar leite fresco (sempre pasteurizado), e quanto aos sabores o céu é o limite, côco, açucar amarelo, mel, grego, bolacha, é o que eu quiser.
Vou deixar por aqui duas receitas das que faço com mais frequência e algumas dicas para ter melhores resultados.  Tudo isto pode ser feito sem bimby. Depois partilhe comigo se gostou dos iogurtes e a sua opinião sobre este assunto.
Iogurte natural açucarado (açucar amarelo)
  • 1  iogurte natural
  • 8dl de leite
  • 50g de açucar amarelo
  • 4 colheres de sopa de leite em pó (Não use magro, o Nido é muito bom)
Comece por colocar o açucar e dar uns golpes no turbo. De seguida coloque no copo os restantes ingredientes e programe 5 min/50°C/vel 3. Retire para a iogurteira e deixe fermentar de 8 a 12 horas.
Iogurte de côco:
  • 1  iogurte natural
  • 8dl de leite
  • 80g de açúcar
  • 50 gr de côco ralado
  • 4 colheres de sopa de leite em pó (Não use magro, o Nido é muito bom)
Comece por colocar o côco e o açucar e dar uns golpes no turbo. De seguida coloque no copo os restantes ingredientes e programe 5 min/50°C/vel 3. Retire para a iogurteira e deixe fermentar de 8 a 12 horas.
Dicas
  • Adicione sempre leite em pó, melhora muito a consistência do iogurte.
  • Para iogurte grego adicione 100g de natas frescas à receita de iogurte natural.
  • Se quiser um prazo de validade superior, faça iogurte natural e adicione o sabor depois, eu faço-o através de compotas (maçã, frutos do bosque)
  • Os cereais devem ser sempre adicionados após a abertura do iogurte senão ficam moles e sem graça.
  • Para iogurtes mais consistentes use períodos de fermentação superiores (12 horas).
  • Encha os frascos ao máximo, quanto menos oxigénio ficar no frasco melhor será o resultado da fermentação.
  • Se quiser fazer iogurte de baunilha não use essência artificial, é amarga, use natural ou açúcar “abaunilhado”, sem ser de compra. Para fazer o açúcar coloque num frasco uma vagem aberta ao meio com açúcar branco e deixe por 2 meses.