Seis produtos que facilitaram (e muito) a minha vida

Por opção ou por necessidade, por vezes os bebés dão-se melhor com este ou aquele produto e como sempre gostei de experimentar varias opções, aqui vão seis produtos que usei, adoptei e ainda hoje uso vezes sem conta nos meus filhos.

  1. Papa Nestlé Sinlac – Esta papa da Nestlé é feita à base de cereais sem glúten e alfarroba e se já era a opção há três anos atrás quando o João tinha diarreia (as malditas viroses), agora para o Francisco, que é intolerante à proteína do leite de vaca é simplesmente obrigatória, a única que se pode preparar rapidamente com água, e que na realidade me deixa 100% tranquila, porque sei que é completamente segura em relação a alergias. Fica a sugestão de criarem uma papa destas numa embalagem Tetra pak, como acontece com a cerelac, para facilitar as saidas com os bebés alergicos, porque quando precisamos de lhes dar um lanche rápido ficamos sempre limitadas aos purés de fruta.
  2. Mitosyl para assaduras – Pois é, esta é a minha pomada de eleição. Porque trata realmente as assaduras, (digamos que de uma fralda para a seguinte eles ficam bons) é muito de espalhar e sai barata porque rende imenso.
  3. Biberão da Nuk . Nesta também podes confiar. Se o meu primeiro preferia esta marca de biberões, acabava por beber em qualquer um. Já o Francisco rejeitou o biberão durante mais de seis meses. Acredita que experimentei todos os biberões e tetinas que havia no mercado e a única em que acabou por beber foi esta. Nuk, tamanho médio, tetina silicone. Além disso tem a colecção da Disney, que é mais um ponto a favor!
  4. Caixinhas da avent – Indispensáveis! Usam se para armazenar o leite materno ou o artificial, servem depois para as sopas e as frutas. Vão dezenas de vezes ao congelador/frigorífico e microondas e continuam excelentes. Consegues escrever na própria caixa o conteúdo, são empilháveis, fecham-se com sistema de rosca. Por isso mesmo que andem aos trambulhões não entornam. E para terminar são a dose certa para guardar.
  5. Detergente da Nuk – Permite lavar os biberões sem produtos tóxicos e realmente desengordurá-los. Também podes usar para a chupeta e mordedores e tudo o que vá para a boca do teu filhote sem te preocupares com todas as porcarias que existem no detergente de loiça convencional.
  6. Chuchas da Avent – Não sei porquê, mas foram as únicas que os meus dois filhos aceitaram incondicionalmente. Experimentei da Chicco, da Nuk, entre outras e eles nunca aceitaram. Acho que é pelo formato gota e pelo sistema airflow que permite a circulação de ar através dos vários orifícios. Eu pessoalmente acho que têm um ar bastante higiénico e transparente e sou fã das que brilham no escuro para usar de noite, e ter a possibilidade de encontrar logo sem ter que andar a acender a luz do quarto.


E tu? Algum produto que sintas que fez toda a diferença? Partilha comigo porque adoro saber estas coisas. Simplificar para aproveitar mais a vida é a minha motivação. Diz-me nos comentários aqui em baixo.

 

10 dicas para conseguires as melhores fotos grávida

Ora aqui está algo que foi uma dificuldade para mim. Sempre idealizei fotos lindas, de barrigão, bronzeada, mas depois na prática raramente consegui ter essa aparência, e muito menos essas fotos.

No primeiro filho engravidei no Verão e nasceu no inicio da Primavera, logo estava cara-pálida e usava camisolões XL na altura de tirar as ditas fotos e na segunda vez as varizes atacaram as minhas pernas e o Francisco nasceu no inicio de Agosto. Ou seja, em Junho nas ferias já estava inchadíssima e uma autêntica Baleia Azul no Algarve, mesmo assim posso dizer que das duas gravidezes tenho cerca de 10 fotografias bonitas em estado de graça.
De qualquer maneira é uma altura em que a maioria das mulheres estão radiosas, e como gosto muito de fotografia, especialmente a preto e branco resolvi reunir algumas de inspiração e dicas que acho que te podem ajudar a conseguir boas fotos!

1-Tirar fotografias em contra-luz.

photo credit: baby prepping

2-As poses que mais gosto são: de cima para baixo para fazer o “efeito bola” na barriga, deitada ou sentada, na minha opinião ficam sempre mais “flattering”. Dica: Se a tua pele não estiver boa (acontece), podes mostrar apenas uma parte da cara como se vê nestas que estão no post.

3- Não esperes pelos 8 meses para tirar as fotografias, entre os 5 e os 7, ainda te movimentas bem, a barriga nota-se bastante e consegues fazer uma sessão bem gira.

Photo credit: pregnant chicken

 

 

 

 

 

 

 

 

4-Usa vestidos fluidos e longos, que apertam abaixo do peito.

photo credits: 100layercake e instagram

 

 

 

 

 

 

 

 

5-Tira proveito da luz natural

 

 

 

 

 

 

 

6-No exterior prefere cenários naturais (jardins, praia, campo)

cleverlyours

 

 

 

 

 

 

 

 

7-Faz uma sequência de foto pré-parto e outra exactamente igual pós-parto (com o bebé)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

8-Usa e abusa de tops/tunicas/vestidos brancos

photo credits: werearetherowlands

 

 

 

 

 

 

 

 

9-Se já tiveres filhos inclui-os em algumas fotografias.

10-Por último mas não menos importante, não te esqueças do teu animal de estimação!

beyondthewonderlust

 

 

 

 

 

 

Boas Fotos!

Conta-me nos comentários como foram as tuas sessões fotográficas!

O que dizer quando eles têm aquelas birras?

Quem nunca perdeu a paciência quando os filhos têm uma fúria? Temos vontade de gritar, ameaçar e até dar uma palmada! Eu sei, been there, done that!

Mas essa não é a melhor solução, sabemos disso mas entretanto a paciência já era. Por vezes os nossos filhos apenas querem chamar a nossa atenção para algo que estão a sentir e não conseguem exprimir, muitas vezes nem sequer contar o que se passa, tal é o conflito interior.

Eu que o diga, o meu João que tem três anos, embora adore de paixão o mano que é bebé, agora que ele começou a ter mais piada e a interagir connosco tem umas crises de ciúmes do pior!

Umas vezes começa a guinchar, outras diz que já não é meu amigo, ri-se quando está a fazer algo que sabe que me deixa chateada, contraria-me e sistematicamente faz peso morto quando são horas de ir para a cama. Na maioria das situações um abraço, uma conversa com calma para tentar perceber o que se passa ou simplesmente dizer-lhe está tudo bem, perguntar-lhe se quer que lhe conte uma história ou fazer algo em conjunto, resolve o problema.

Este artigo que partilho no link, traz várias sugestões e algumas bastante úteis para dizermos ao miúdos quando estamos nessa situação. As que costumo usar são estas. Atenção, devemos ter o cuidado de falar ao mesmo nível da criança e dar-lhe a mão ou um abraço no final :

  1. Vamos parar um bocadinho. Respira fundo e diz-me o que se passa.
  2. Tem calma, a mãe está aqui. Não estás sozinho.
  3. O que é que podemos fazer para te sentires melhor. Queres ir comigo lá fora apanhar ar?
  4. Eu sei que estás triste, mas vamos resolver isso juntos. Explica-me com calma como é que eu te posso ajudar.
  5. Ás vezes quando estamos zangados é porque o nosso coração está triste. Não estejas triste que eu gosto muito de ti (abraço).
  6. Eu percebo que gostavas de ficar a brincar, mas é preciso descansar para amanhã teres força para brincar ainda mais que hoje.
  7. Diz-me uma coisa que te apeteça muito fazer quando acordares da sesta e se der, vamos fazê-la juntos!
  8. Vamos tentar juntos. Diz-me o que te deixa triste e eu conto-te uma coisa que também me deixa triste a mim. (Depois de o ouvir, digo-lhe que fico triste quando ele está triste porque gosto muito dele e só quero vê-lo feliz).
  9. E se te contar uma história para ver se a tristeza passa mais depressa. Queres escolher o livro?
  10. Estás com medo? Vamos juntos fazer uma careta muito feia para afastar o medo e ele ir embora.

Para quem quiser aprofundar este assunto recomendo o livro da Magda Gomes Dias, Autora do blogue Mum´s The Boss, Berra-me Baixo -21 dias para deixares de gritar com o teu filho. É uma leitura fácil, com conselhos práticos que nos permitem atingir resultados em pouco tempo. Brevemente poderás ler a minha opinião numa secção que terei dedicada ás minhas leituras, aqui no blog.

Image Source: Gaelle Marcel e London Scout @ unsplash.com

Enquanto toma conta do seu bebé, quem toma conta de si?

 

 

Esta semana enquanto levei o Francisco à consulta dos seis meses, ao folhear a revista “A nossa gravidez”, que por sinal tem sempre artigos com imensa qualidade, li numa marca que envolvia a revista: – Enquanto toma conta do seu bebé, quem toma conta de si? E de repente, foi como se tivesse sido atingida por um raio. É isso, exactamente isso! Foi assim que me senti após ter os meus dois filhos, e que tanto medo tive de dizer em voz alta. Preciso que tomem conta de mim! Foi por isso que comecei este blog e é isso que sinto vontade de fazer. Tomar conta das mães. Ajudá-las! Apoiá-las para que não se sintam sozinhas. Porque ao tomarmos conta dos nossos filhos, muitas vezes ficamos para trás e precisamos que alguém nos ajude.

Esse alguém que nos devia estender a mão muitas vezes não está perto, porque estamos longe de casa. Não existe, porque o pai é ocupado ou ausente, porque os avós não são disponíveis, porque durante a semana estamos a trabalhar, a cuidar da casa e da família, e ao fim de semana (quem tem filhos sabe do que falo) temos pilhas de tarefas acumuladas, a serem feitas com os miúdos atrás. Se vale a pena? É claro que sim, porque apesar de nos cansarem ao ponto de por vezes parecer que fomos atropeladas por um comboio e ainda são 10h30 da manhã, também nos dão as maiores alegrias e momentos únicos de amor, cumplicidade e diversão.

Que mãe não passou por pelo menos um dos momentos ilustrados no artigo? Eu já, aliás com toda a sinceridade, faço check em todos eles e ainda podia acrescentar mais alguns.

  • Demorar 45 min quando estás quase a sair de casa.
  • Amamentar no local mais improvável, porque simplesmente já não sabes o que fazer porque o teu filho não se cala (e se nada resolve, a maminha pode ser a salvação).
  • Estar a amamentar e o telefone toca, ou tocam à porta, ou precisas alcançar algo que ainda te falta 1 danoninho para lá chegar e está quaseeeee. No segundo filho, quase todas as vezes que estou sozinha com os dois o João que tem três anos só tem vontade de ir fazer cocó quando o irmão está a mamar e então lá oiço aquele: – Oh mãããeeee! Já fiz cocó!
  • Fazes uma viagem longa, estás na auto-estrada (ou seja não podes de repente parar) e o teu bebé não pára de chorar e com a cadeira está lá atrás não consegues pôr-lhe a chucha, às tantas são os dois a chorar.
  • Acabadinho de lavar, arranjar e sai disparado um cocó daqueles “extraordinários” que te atinge a ti, ao quarto ao teu filho, etc. Só por acaso já estás meia hora atrasada para um compromisso.
  • As pessoas acharem que estás de licença e que por isso tens imenso tempo para dormir e descansar, alias que não fazes nada, são uma espécie de férias, em que alias há dias que tens que decidir entre almoçar e tomar banho. Ou entras no duche, começas a pôr o shampoo  e de repente…. – muahhhhhhhhhhhhhhh!!!

Por momentos como estes, muitas vezes senti-me sozinha, chorei ou aguentei-me com vontade de chorar. Pesquisei soluções, pedi ajuda, senti-me feia e trapalhona, inventei desculpas, fiz as refeições mais estranhas, deixei de comer, telefonei a queixar-me a amigas, adormeci sentada e a abanar o berço dezenas de vezes e até me ri perdidamente, numa espécie de lei de Murphy.

 

No fundo, e porque muitas vezes as mães pintam tudo de tão cor-de-rosa, muitas vezes senti-me uma aberração, senti que ao contrário do que sempre senti no meu coração, não tinha nascido para ser mãe. Que não aguentava, que queria a minha vida de volta, que queria silêncio, sair de carro disparada a ouvir musica aos berros e ter umas férias dos miúdos. Sei que se tivesse ajuda, para descansar, sair para jantar ou ir ao cinema, alguém que me ficasse com eles por um bocado, não me sentiria assim. Sei que se tivesse ouvido de outras mulheres que a maternidade também custa, que podes ficar muito cansada por não dormir, que ao princípio dar de mamar dói, mas depois passa, que ao fim de 4 meses de amamentar o teu cabelo vai cair loucamente e que vais passar de umas boobs XL para outras Xs, que muitas vezes o teu filho vai chorar e não vais saber o que fazer, porque simplesmente não se cala e não lhe passa o que quer que se passe, que vão haver momentos em que te sentes exausta e no limite!

 

Nesses momentos que tem que haver alguém que te diz: – Arranja-te e sai, que eu tomo conta do teu bebé. Toma um banho e deita-te que eu fico com ele e tu descansas. Esse alguém que toma conta de nós para que nós possamos tomar conta dos nossos bebés.

 

Quando isso não existir, e pelo menos para te ajudar com estratégias para melhorar a gestão do tempo, para te preparares para o que está para vir, que vai ser maravilhoso, mas também pode ser dramático. Para te artilhar com to do lists, hacks, conselhos de gestão do tempo, produtividade e estratégias para colocar ordem na tua vidas e na tua casa é que eu quero existir, e contribuir de alguma forma para que te sintas mais acompanhada nesta viagem alucinante, mas maravilhosa que é a maternidade!

 

Dois meses depois, as lições de um segundo filho

Nestes últimos dois meses tanta coisa aconteceu. Fui mãe pela segunda vez, apanhei o susto da minha vida (por vezes ainda penso que ainda não recuperei, sinceramente nem sei se há recuperação possível) e tenho vivido diariamente novas  aprendizagens sobre amor, paciência e fé.

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Mas já me estou a adiantar. Em primeiro lugar, a razão pela qual nunca mais escrevi, é que desde que o meu filho nasceu, tenho me dedicado totalmente à minha família. O Francisco nasceu no dia 2 de Agosto de cesariana, às 38 semanas de gravidez. Momentos após nascer, teve três paragens (apneias) respiratórias e foi internado na neonatologia. Lá ficou durante seis dias, primeiro a ser ventilado e alimentado por uma sonda, depois com respiração assistida, até que conseguisse respirar por si. Foi muito difícil. Foi estranho passar por um pós parto, sem contacto pele com pele, sem colo e sem amamentar.

Por mais incrível que pareça foi perante uma adversidade destas que encontrei mais força dentro de mim e cheia de fé lutei como um gigante.  É engraçado porque como já deves ter tido oportunidade de ler, eu própria estive na incubadora quando nasci, não pelas mesmas razões, mas porque fui prematura, as minhas hipóteses eram muito mais remotas que as do meu filho e a minha mãe sempre me disse que eu já tinha sofrido o suficiente por uma vida quando nasci (parece que não) e que era uma lutadora e quando alguém sofre muito em pequenino, depois é mais lutador e corajoso pela vida fora. Ora, isto foi posto à prova e posso dizer que superei com distinção e ainda supero todos os dias.

Sou ETERNAMENTE GRATA porque

Consegui com ajuda da família e amigos, e muitas orações nunca deixar de acreditar que o Francisco ia ultrapassar as dificuldades e vir para junto de nós.

Aprendi que o coração de uma mãe é ENORME, e que há sempre espaço para mais um filho. O amor pode se manifestar de forma diferente, mas nunca será maior ou menor que o anterior e para nós é infinito.

Aprendi que não há dois filhos iguais. Se o primeiro gostava de agitação, este adora silêncio, se o primeiro mamava muito, este mama pouco, mas muitas vezes. Se o primeiro gostava da cama, este adora a Boppy. Se o João me deu noites tranquilas, o Francisco não me deixa dormir mais que três horas. Todos os dias me ensina algo novo, e tenho que me adaptar constantemente e arranjar força para os momentos em que me sinto vencida pelo cansaço.

O melhor é viver um dia de cada vez, e descansar sempre que tiver oportunidade. Ultrapassar questões de perfeição ou arrumação. O caos há de se instalar em diversos momentos, e está tudo bem. Se tomares banho ao meio dia e jantares iogurte com cereais ninguém te vai culpar. Não somos perfeitas, e há sempre uma solução, com diz a minha guru Marie “everything is figureoutable” o que adaptado à maternidade, que dizer:

Se não é fome, é fralda; Se não é fralda, é sono; Se não é sono é colo (mimo); Se não é mimo será temperatura (roupa a mais ou menos)? Se não é temperatura serão cólicas? E por aí em diante..

Enfim, digamos que criei uma chave dicotómica que tem na sua recta final a gota de aero-om na chucha, passa pelo white noise e lullabies, pelo sling, pela chucha e pela mama. E alguma coisa há-de o acalmar.

Por último, quero mais uma vez agradecer todos os que manifestaram o apoio, mandaram mensagens, rezaram e nunca me deixaram sentir sozinha.

Podes aguardar porque apesar dos desafios, saí desta aventura com mais garra, vontade de fazer diferença e lutar pelos meus sonhos, e acima de tudo ser MUITO FELIZ com os meus pequeninos!

Ver-te através do vidro -Quase 35 anos depois, Eu e a minha mãe 

Quantas mães passam por isto? Ate hoje não fazia ideia do sofrimento que é ter um filho e não o ter ao nosso lado.

Já tinha uma grande admiração pelas mães, pelo que fazem pelos seus filhos, do que abdicam e no que transformam as suas vidas e as deles. Agora ainda tenho mais…

Não tarda faz dois dias que o Francisco nasceu e só o vi através de um vidro. Só lhe dei um beijo quando saiu de cá de dentro e depois disso toquei com um dedo, através da janela de vidro do seu berço especial.  Que angústia ouvi-lo respirar aflito e nao o poder abraçar, ou alimentá-lo no meu peito ou senti-lo junto ao meu coração onde estava tão bem á dois dias atrás. Queria tanto ter te no meu colo Francisco. Recupera depressa meu amor, tens o mundo à tua espera.


Quando nasci a minha mãe só me viu passados cinco dias, e pelo que me conta nem me pode tocar tampouco. Nasci de sete meses depois de uma ruptura na bolsa por volta dos 5 meses que além dos riscos imensos de infecção e deformações que acarretava, obrigou a que a minha mãe ficasse de cama sem se levantar até a eu nascer. Afinal a medicina era completamente diferente à 35 anos atrás.

Depois em Agosto nasci, tive icterícia e septicemia, complicações que exigiram ainda mais cuidados e mais coragem da minha mãe. Estive semanas na incubadora, longe do colo da minha mãe.  Quando fui para casa pesava 1,630kg, bebia de um biberon de “nenuco”, a minha mãe usava uma bata para tratar de mim, tudo era desinfectado e apenas duas ou três pessoas tinham acesso ao meu quarto. Que coragem que a minha mãe teve, acho que só agora tive uma pequena amostra da mulher que ela foi nesse momento.

Organizar a informação bancária (com printable)

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organizar bancos

Sabes às quantas andam as tuas finanças? Usas só uma conta ou tens várias? Eu ando a organizar as minhas poupanças ultimamente, com a família a crescer, além de tudo de bom que acarreta mais um filho, vem mais responsabilidade e mais despesas.

Por isso resolvi reorganizar as minhas contas, verificar ás quantas andam as minhas poupanças e claro, aproveitar para fazer um printable novo e reorganizar o dossier das contas bancárias que já não era revisto de fio a pavio desde que o João nasceu.

Na ficha de informação bancária encontras três campos: um para preencher a informação relativa à conta (banco, iban, nº da conta e titulares), outro para as ordens de pagamento, transferências e cartões associados a essa conta e por último, caso tenhas alguma aplicação também existe um espacinho para colocares qual é, quanto de rende de juro (sim hoje em dia quase nada) e quais os encargos associados à conta, que são as mensalidades que o banco te cobra por gerir a tua conta. No banco que uso mais, o BPI é 15€ por trimestre, o que confesso me custa bastante, mas se domiciliares o teu ordenado para essa conta normalmente essa manutenção deixa de te ser cobrada.

Para fazeres o download da ficha só tens que clicar neste link. Podes imprimir e completar com a folha quantas vezes quiseres.

Agora já não tens desculpa para não poupar uns tostões.

Se achas que este post pode ajudar alguma amiga tua, mais despistada com as finanças, partilha!

Felicidade é comer uma pizza com muito mozzarella!

Com as crianças aprendemos algo novo todos os dias, e muitas vezes questionamo-nos, como pode um ser tão pequenino que viveu muito menos que eu ter algo para me ensinar?

Pois engane-se quem acha que não têm. Eles vêem a vida com um novo olhar todos os dias, não se importam com o que os outros pensam, não guardam ressentimentos, usam a imaginação para criar o que não têm e sabem aproveitar todos os momentos até ao limite (ás vezes mais do que gostaríamos. Quem não teve já uma birrinha daquelas com a banheira já vazia do tipo, não quero sair do banho?).

Eu recentemente aprendi com o João que – Felicidade é comer uma pizza com muito Mozzarella!

E de facto, É! Esta musica que o Pateta canta num episódio da Casa do Mickey Mouse e que o João não pára de cantarolar transmite uma mensagem muito importante, que a felicidade reside nas pequenas coisas do dia a dia, como uma fatia de pizza com muito mozzarella.

Na mesma semana, surgiu este desafio da Rafa Cappai, de 30 ideias em 30 dias, que consistia basicamente no seguinte:

  1.  Criar um desafio a si mesmo: você deve se propor a realizar, durante 30 dias seguidos, uma actividade artística/criativa que tenha a ver com seu trabalho. Sugestão de início: 1º de junho!
  2. Para apimentar o seu desafio, criar uma regra específica a ser seguida
  3.  Durante 30 dias, repita essa tarefa.
  4.  Durante o processo, compartilhar o seu desafio com os seus amigos/leitores na sua rede social preferida. Sem esquecer de usar a hashtag #30ideias30dias!
  5. Ser fiel ao desafio por 30 dias
  6. No final, avaliar o que se aprendeu, através de um post, video, ou que preferir.

Então eu resolvi pegar na inspiração de ser mãe, e usar o desafio para fazer uma colecção de fotografias, a preto e branco, e reflexões sobre ser mãe, em que as regras foram não mostrar a cara do João e usar o P&B.

Vou no sexto dia e devo confessar que tem sido bastante divertido:) No final acho que até vou fazer um poster com as fotografias todas! Além disso ainda não tinha usado a hashtag #smartmommys, como o endereço do site e resolvi começar a utilizar. Por isso se te quiseres juntar a mim, já sabes o que tens que começar a fazer, eu ia adorar!